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- O tempo é uma moeda que não sabemos nunca sobre seu saldo final, é uma moeda curiosa, porque gastamos mesmo sem saber como economizar, por vezes só percebemos quando o saldo entra no vermelho, pois cada momento tem seu valor ou desgaste, e nesse momento o saldo final que torna-se momentos perigosos, o que fazemos, se faz sentir que o tempo usado tornou-se um bom investimento ou não, pois a falência moral, ou sentimental é um currículo presente em nossas escolhas.
- Liberdade — ser livre é fazer o que se quer ou não depender daquilo que nos aprisionam, liberdade é soltar as amarras que aprisionam, é retirar os grilhões que sufocam, não se trata-se de irresponsabilidade em suas atitudes, mas sim responsabilidades em seus atos e escolhas, liberdade é reconhecer seus limites em parceria ao próximo, é entender que liberdade não se trata de ausência de possíveis consequências, mas sim escolhas sem dependência de terceiros, é dar autonomia as nossas escolhas, liberdade são as escolhas dos passos dados sem interferências ou aval das regras impostas.
- Tem dias em que a tristeza espera por um sorriso, tornando-se parte do nosso dia, ali quietinha trancando o nosso humor, aguardando um gesto, um espaço para um melhor equilíbrio emocional. A tristeza é sabia, mostra quem pode fazer morada no coração ou abortar quem não some a nossa expectativa, e por vezes também a tristeza é o cenário dominante, acolhendo as decepções imposta sem nossa autorização, mas a vida é isso mesmo, tornando de certa forma algo mais suportável, pedindo mais espaço ao intolerável, pois a felicidade obrigatoriamente não está presente nos outros, ela já mora dentro de nos mesmo.
- O silêncio também tem voz, vivemos tempos que comunicação verbal está em falta, é a tal geração virtual, mas existem circunstâncias que silêncio sobrepõe um longo discurso. O silêncio pode ser uma mordaça, uma dor cravada na alma, a ausência de amor, ou até comunicação visual, ou uma escolha para não se iniciar uma discursão inútil. Silêncio pode ser um peso a se carregar, a falta em se falar uma verdade, também possa ser para se reorganizar as tempestades em nossa mente, a reconciliação com o nosso eu, como nem sempre o silêncio seja uma reconciliação com a paz, cada um tem sua linguagem pessoal, onde o silêncio se faz presente. O silêncio não é um vazio, ele sempre tem-se um significado, o mais difícil é entender esse momento pessoal.
- O que tem que partir, deixe ir, dor nem sempre é sofrimento, são ensinamentos também, a vida é breve, não podemos alimentar esperanças por longos tempos, e os sonhos só se conquistam acordado, remendos não restauram os desgastes dos sentimentos, e seja uma melhor versão de si mesmo, e mesmo que ainda existam raízes profundas, crie asas e saia dos voos rasantes, pois o universo ainda é infinito.
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O tempo é uma moeda que não sabemos nunca sobre seu saldo final, é uma moeda curiosa, porque gastamos mesmo sem saber como economizar, por vezes só percebemos quando o saldo entra no vermelho, pois cada momento tem seu valor ou desgaste, e nesse momento o saldo final que torna-se momentos perigosos, o que fazemos, se faz sentir que o tempo usado tornou-se um bom investimento ou não, pois a falência moral, ou sentimental é um currículo presente em nossas escolhas.
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