& 581

Os amores de nossas vidas e suas facetas, sentimentos que fazem nossas histórias, sentimentos que doam o melhor a cada um, que exalam sentimentos que dispersam aos ventos, sinto falta de lugares que já conheci, de experiências e momentos já vividos, sem fantasias ao tempo, do amor de estar presente na vida de amigos, da presença do pai e da mãe, de amor por um irmão sem ser obrigatoriamente de sangue, de um amor entre um homem e uma mulher, amor este que é algo de doação, sempre existem loucuras em cada amor, mais loucuras recheadas de razões, a medida deste sentimento é ser feliz, sem se ter a medida certa desta doação.

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* 690

Remoer a dor da perda, é sofrer duas vezes, os sofrimentos nos tornam aprendiz da vida, suportar a ausência é o que determinam em amenizar a distância, se o tempo agi-se como remédio não haveriam sofrimentos, mas sofrimentos também ensinam a reavaliar nossos conceitos, as dores não terminam só em lágrimas, elas perduram ou não de acordo com a nossas aceitações.

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& 580

Saudades são tudo que restam de nossas lembranças, de algo que um dia nos pertenceu, o passado em fim tornou-se parte da gente, é passear nas nuvens sem lhe tocar, é uma distância que aprisionam sentimentos, a saudade aumenta a distância de uma forma que a distância se faça presente, mesmo que nessa vida a presença não sejam eternas, as saudades sempre se farão presente.

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& 579

Não basta termos pessoas em nossas vidas, a liberdade de nossos atos é tão importante quanto questionar atos que nos envolvam, da mesma forma o espaço que ocupamos é tão importante ao caminho que nos dirigimos, pessoas são como caminhos de luzes e sombras, onde nas escolhas se tornam sonhos ou pesadelos, valores não são condições ou sentimentos, mas sim quem nos oferecem guarida das ciladas da vida.

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* 689

Emoldurei uma lembrança, embalando uma saudade postado num canto do quarto, uma boa lembrança adormecida, um passado preso, trancafiado em tempos regados por juras soterradas no coração, hoje por vezes empoeirado, o sorriso até meio sem brilho desgastado no tempo, este porta retrato que antes era parte de uma vida, hoje se posta no silêncio de um cômodo, sentimentos se tornam reféns de uma existência, sentimento não é futilidade, mas o torna um cego desprovido de cuidados.

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