40 – Amor proibido

Como entender um sentimento que tornou-se proibido, que não possa existir, se consumir, que não se possa exigir, um sentimento carente, ausente de esperança.

Injusto esse tal sentimento, que sentimento é esse, que se curva, nos domina perante a pessoa amada, amar não é uma escolha, não é uma opção, acontece.

Sentimentos vorás, desfalecendo razões de minhas emoções, um sentimento com mistérios reservados, volúpias do encanto de uma grande paixão.

Um sentimento semeado sem o cultivo de um amor, sentimento que não se calam, não é ouvido, possuído, consumindo todas as paixões empriguinadas na alma, buscar uma paixão para saciar  um coração no paraíso, sem ser repreendido pelo desejo consumido de estar contigo.

O orgulho de meu coração se recusa a um não, sem os fascínios e mistérios, sem os momentos de amor, do toque intenso em seus lábios, nas curvas em seu corpo, ao afago ao seu lado.

Ansiedade que deixam saudades, transpiram o odor de uma paixão, eternas no silêncio das noites vazias, frias, não posso me omitir, se eu não escrever, ninguém terá lido, se eu não falar não saberás que foste você a grande mulher amada.

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