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Que azas abrigassem esse cântico, tornar-se nuvens para estarem em todos cantos, que os voos fossem planos para nunca mudarem de rumo, voos que acompanham em retumbantes versos e prosas sejam o meu ninho, da alma lavada expondo os desejos e sonhos, das azas que guiam a essa louca distância, do infinito logo ali ao alcance que abriguem a esperança, que as paredes não sejam o limite desses sonhos, vôos infinitamente até onde for, ao encontro do tão sonhado sentimento.

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