16 – Meu grande amigo

Recordo-me de sua partida, entre lagrimas e soluços, lembranças de noitadas, meu amigo, que não existe mais.

Recordo-me na tela da vida, imagens a retroceder, nossas cumplicidades, promessas de amizades, que não existe mais

Recordo-me dos embalos, do acidente ao acordar com meu amigo ao meu lado, das lamentações e que por muito não correspondia a essa amizade, mas era importante telo como amigo presente, que não existe mais.

Recordo-me de meu egoísmo preenchendo meu espaço, porém agora vazio, o preto de meu luto envolvido por lagrimas, minha dor a esse querido amigo ausente, que não existe mais.

Recordo-me de sua partida, não sei se essas lagrimas são de saudades, arrependimento, remorso ou dor, mas sei que és por ti toda essa tristeza ô meu grande amigo, que não existe mais.

Recordo-me os bons tempos, te perdi ao alcance de minhas vistas, mas dentro de meus pensamentos é por ti que clamo ô meu grande amigo.

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