# 276

Apesar de a imbecilidade estar mais presente, ainda compensa ser inteligente.

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126 – Frutos tardios.

Vidas apagadas, vidas de frutos desperdiçados, frutos de sonhos que inexpugnavelmente amadurecem no silêncio, semeando egoísmo, intolerância, de um palco atormentado por mentiras ao sabor das inverdades, onde a discórdia mutilaram novos horizontes.

Frutos expostos ao acaso onde a autoridade moral beiravam as profundezas do egoísmo, dos sonhos do amanhecer se foram um dia sem levar consigo a lembrança das pessoas amadas, de um lugar distante tornou-se a morada de novos desafios, de uma sena retalhada pela navalha vingativa.

Frutos de um cenário embalando sentimentos feridos, tempos insanos que dispersaram sementes motivadas por injurias, onde prevaleceu a espada vingativa, fantasiada de justiceira, cultivando a discórdia, onde reinou a determinação do óbvio de uma mente doentia.

Frutos pronunciados de sabores amargos, intensamente aos dessabores dos frutos da própria mente destorcida, do fruto plantado ameaçada pela covardia, aos olhos daqueles que se cegaram, nasceram novos caminhos que o passado os preservam adormecidos.

Frutos de um isolamento perverso, frutos de vestes onde os fatos não foram exposto ao contraditório, das narrativas da vida sempre envolvido por dramas covardes, vidas percorridas por caminhos difusos, semeando por vezes, colhi novos frutos preservados.

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# 275

O desconhecido não se torna distante, quando o espaço se tornar insignificante.

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Somos seres carentes a busca do conhecimento, o tempo é rápido, mas o aprendizado é importante, somos frutos do que plantamos, deixaremos neste planeta as sementes de nossas evoluções.

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125 – Eternamente.

Eternamente são os vazios que separam sonhos e eternidades, caminhos vazios que levam e trazem sentimentos perdidos, sentimentos que perduram e prescrevem sem estarem maduros, pegadas não são eternas, são passos que se distanciam dos desejos, a natureza do vazio mora perto ou distante, envolvidos por sentimentos embaraçados.

Eternamente é um jogo que cabe ao tempo de sua permanência ou não, é uma alegria que bate em ritmo do eterno, é o sentimento desnudo por uma paixão em seu tempo, atravessando profundezas deliberadamente por desejos, do infinito versus eternamente ao universo dos apaixonados.

Eternamente não se sobrevivem das guerras, que não duvides o quanto especial seja um desejo, que perdura num peito a coragem das palavras ditas, eternamente explicita, coloridas sem a necessidade se de apagar ao tempo, um presente eterno que o momento não o faça disperso na eternidade.

Eternamente buscamos encontrar os pecados que fizeram parte do passado, impulsionado e contrariando a razão, que não perceba que delírios também se fragmentam ao tempo, que o eterno não se tenha moradia, descobertos vendo o tempo seguindo seus passos, sem passado, presente e sem um futuro a desejar, memórias ardentes de quem encurtou o eterno.

Eternamente já houveram inconsequentes, eternamente o tempo escoando entre as mãos, eternidade se definindo como uma utopia, de sentimentos que por vezes se tornaram prisão, que toda perda causa um tipo de dor, que saudade sobrevive sem apontar de quem foram os erros, que sonhos vêm e vão sem estarem de mãos atadas, que eternamente por vezes são só sonhos, e só de sonhos não sobrevivem eternamente uma paixão.

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