* 92

Já não sei a definição de certo ou errado, dos instantes se renovando fora de meus alcance, de meus momentos em conflitos com a realidade, dessa realidade em busca das minhas necessidades, da liberdade dos sentimentos, ao encontro de meus sentimentos.

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* 91

Sonhos e fantasias, da eternidade das conquistas, ao iniciar de uma nova vida, não percebi você em minha vida, aos meus olhos tocas-te em meu coração, não foi por falta de fé, surgiste quando não mais aceitaria uma luz em minha vida, deste amor que já faz parte desta minha vida, de um mundo mais colorido, aos sussurros desse sentimento, ao amor de quem amo.

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99 – Andar

Recomeçando sem se expor ao avesso, das intolerâncias compactuadas as semelhanças aos olhares, lealdade não tão distante as minhas andanças, estendida a certeza de um caminhar que me levem mais próximo a quem me encanta, das portas entreabertas aos breus do luar, esperança desatenta aos olhares verdadeiramente sem relevâncias.

Das milhas em minhas distâncias, que o tempo me de uma chance por uns instantes, menos implacáveis em meus caminhos, infinitos caminhos já percorri sem uma identidade, já nem lembro mais os rostos distantes, já me fiz passar por despercebido, das calçadas da vida já foram um dia o meu abrigo, essa mordaça, um inimigo meu que tirou toda uma esperança.

Sonhos, sustentáculos das vidas, foste tu o meu leal companheiro, que não me deixaste nu sem um abrigo por esses caminhos derradeiros, solidão minha parceira por meus descaminhos, por um palpitar do coração que me guiaste ao encontro do inexplicável, do inesperado ao pasmo acaso, perplexo ao ato de um vasto mundo percorrido em meus caminhos.

Sem rumo, vagando a lugar algum, um cego aos pés admirando-se num espelho, de sentimentos distantes, vago de lembranças e esperanças, no silêncio da incerteza ao curto espaço das ilusões, de um eco escuro, a fuga de um desesperado, julgado a um esclerosado, maluco e caduco, achaqualhados aos sonhos ostentados, amargamente aos olhos de quem não me entenda.

Na peregrinação de um nômade, já me perdi e não me alcancei, já tive medos sem ao menos se encontrar em mim mesmo, já me sufoquei, mas não me afundei em lagrimas de dor, da solidão não mais um deserto eu colhi, de um futuro inserto e desafortunado, declarado e estampado, ao limite de um infinito incalculável, sigo o meu caminho, sigo um caminho sem barreiras, sem sentimentos de dor, sigo um caminho liberto para um dia voltar a amar, sem se magoar.

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* 90

O acaso me fez te conhecer, já posso dizer que eu tive um novo amanhecer, do que me reserva ao te conhecer, desse coração já desgastado, me reservo do direito de ser feliz, te encontrei, era tudo que precisava, a felicidade voltou para ao meu lado.

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* 89

Já percebi que nunca houve um grande amor, a distancia me cobra, ao meu lado você não se encontra, que não sejas mais uma sombra desse meu mundo, das fatalidades eu sobrevive, me restou viver esse grande amor.

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