76 – Ser

Viver em quanto à vida me permitir, viver por causas já esquecidas, não perdi a vontade de prosseguir, que não sejas grandioso, mas que sejas de verdade, ansiando pelos os toque do amor.

Do passado não me arrependi, do hoje descobri que o amanhã há de vir, das duvidas cresceram as incertezas, que percorreram caminhos obscuros, não deixei de crescer, não deixei de crer, não se moldou ao eterno, ressentimentos alcunhadas em vidas já vividas, prescritas, em emoções retidas nos corações.

Sorri para a tristeza, já esperei para acontecer, não aconteceu, dos ventos em poeiras já percorri milhas em vida, já me desfiz em prantos, chorei e sonhei, sonhos não são momentos, são eternidades.

Vivi mil vezes no mesmo mundo, quero algo mais que esse instante, que não seja o ideal, mas real, me contagie, que seja o portador delineando a fascinação, aos mistérios dos quem se amam.

Repousei os meus sonhos aos olhos do mundo, não correspondi ao mundo dos desejos, supri a ousadia dos valores dos conhecimentos, dos erros mudei minha opinião, do grito da abstinência as sínteses de uma paixão, no exílio das desventuras em passos nostálgicos, ao compasso do coração em busca de um sentido, em busca de uma paixão.

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75 – Sou eu

Sou eu o desejo vivo em seu mundo, sou eu a sede a procura de sua fonte, sou eu a luz que ilumina os seus caminhos, sou eu a sombra que veio para te refrescar, sou eu o aroma que se desprendeu do nosso amor.

Sou eu a cicatriz da partida, sou eu as lagrimas da despedida, sou eu a ferida que não cicatriza, sou eu a esperança que não quer mais sentir dor, sou aquele que se sufoca pelo seu amor.

Sou eu o pequeno brilho refletido de seu olhar, sou eu que um dia acolheu em meus braços, sou eu a flecha que sangrou seu coração, sou eu o mar que embalou o nosso louco amor, sou eu o tempero dessa nossa paixão, sou eu que busco um ombro para me confortar.

Sou eu o andarilho que não se cansa de sua distância, sou eu a paz de seus desejos, sou eu a canção que embala esse canto de amor, sou eu aquele que desperdiçou todos esses anos, sou eu o ar que te dá à vida.

Sou eu a carência desse seu amor, sou eu a inexperiência de seu espaço, sou eu o medo do fracasso, sou eu a cobiça da agonia de seu amor, sou eu o amor presente preso em sua eternidade, sou eu aquele que não conseguiu demonstrar toda a força de um amor, sou eu tudo que preciso ser, mas não sou ninguém sem você.

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& 26

A felicidade não diz já ter nascido feliz, felicidade não aprendeu a sorrir sozinha, felicidade não aprendeu a voar, então não me espante, me deixe em meu lugar, desta jornada quero abrir o meu coração e te oferecer um grande sorriso, desse sentimento carente e dependente desse bem viver, e sim poder dizer que valeu essa tal felicidade, pois tristeza não tem fim, felicidade sim.

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& 25

Nem sempre as verdades são espinhos, nem sempre as mentiras são rosas, a valorização do ser humano, encontra-se na forma de como as vemos, ou como nos são apresentada, se preservar ainda são métodos primitivos, porém que nos blindam de uma formação errônea gerada ou imaginária do próprio ser humano, a essência do carisma, é nutrida pela imaginação de quem as criam, e é delas que terás o melhor que a vida possa te proporcionar.

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& 24

Se as confissões tirarem ou aliviarem o peso de minha alma, não serão o julgamento quanto a minha reputação que calarão as minhas confissões.

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