38 – Decpção

Passei pelo tempo, tentando, tentando disfarçar minha decepção, tentei alguém a me explicar em como me encontrar, não encontrei, que decepção.

Como esfacelar essa louca vontade de te encontrar, busco na ilusão como conter meu coração, em nada encontrei para descrever essa decepção.

Como me deixei envolver nessa paixão, sei que foi uma ilusão, provei do seu pecado e sentir seu sabor, mas não consigo explicação, que decepção.

Entendo que criei um grande sonho por uma grande paixão, mas percebo que grande era meu sonho, não a sua paixão, que decepção.

Me entendo, mas diante de ti não entendi em não mais em te amar, ser só um amigo sentimento que me consome, não me sai ileso, não entendo se ganhei ou perdi, que sentimento de amor e ódio, que decepção.

Construí meu grande sonho, descobri que eras pequena para torná-lo real, onde achei que existia esse grande amor, hoje apenas um coração enganado que não para de doer, me apaixonei te amei e me decepcionei.

Publicado em Poema | Deixar um comentário

37 – Conhecer

Não te conhecia, mas sei que vc existia, isso eu já sabia, te-la comigo, minha vontade se tornando uma realidade, venha completar essa paixão que mora em meu coração.

Não sei como serás, distante presente, buscando em te amar, sentimento sem medidas ou manequim, só viver esse amor sem fim.

Sentimentos inacabados, tormento em te encontrar, deixo a luz do sol me iluminar, em ti busco o gosto de voltar a se apaixonar, tudo que posso fazer é só te esperar.

Não existe a certeza do eterno, sentimentos abraçados em meu coração, prisioneiro sem culpa, encarcerado em meu coração.

Sentimentos de carinho, não sei de onde viras, que não seja mais um de meus erros,voltei a mi encontrar, por ti voltei a me apaixonar.

Mas que mistérios eu me envolvi, nas trilhas da vida eu não a percebi, seguindo o encanto dessa paixão, não importa o quanto distante esteja, estarei aqui, ou onde você me quiser, de um jeito ou do outro, estarei aqui a te esperar.

Publicado em Poema | Deixar um comentário

36 – Recordações

Lembranças, imaginar que horrível recordar, momentos sensíveis, veracidade de um sentimento que bate neste coração.

Lembranças, o que fazer por ti, minha saudade envolvida pela solidão, preza ao fracasso das doces lembranças, amigo coração não chores, acredito na sua verdade, temos a mesma cumplicidade.

Lembranças, sempre me procurando vagando em meus sonhos, momentos vividos de carinhos, promessas não viveram, momentos que não esqueci, acabei perdendo não vivendo o que te prometi.

Lembranças, sei que a saudade é longa, para quem não consegue esquecer, silêncio respeita minha dor, me acaricia e sacia, ela fala baixinho e devagarzinho que eu não a tive, mas aprendi o que é amar de verdade.

Lembranças, esse sentimento resguardado no tempo, esses doces momentos já não me pertencem, minha saudade caminha sem rumo, doçura de seu encanto, na verdade um adeus, mas sua lembrança ainda mora, permanece vivo neste triste e abandonado coração.

Publicado em Poema | Deixar um comentário

35 – Sei la

Viver tão somente, ganhando experiência, chutando tudo ao meu alcance, largando, sei lá, tudo ao abandono, da ausência concedida a displicência, mudei a vertente.

Me encontrando, mas não consigo me atinar se estou em meu tempo, curto minhas canções, vivo minhas emoções, sei lá, sim ou não, disfarça minha atenção, menções, palavras de mim mesmo.

Um fantasma do tempo previu acontecimentos, meu êxtase dormente, conspira em meu universo, sei lá, loucuras despercebidas, atrevidas, me açoite com a leveza do encanto.

Sou lícito, uma convulsão ao absoluto, noites que caem, a vitoriosa astúcia do reino do viver, sei lá, jogos da vida, prega sedução para chamar atenção.

Meus pensamentos matutinos, compassivos pensamentos guardados no peito, detalhes entalhados, obra e caprichos de um coração, morada enclausurando uma paixão, deter e vencer a solidão, enganar minha razão, sei lá, entre desamor e a paixão, o escolhido foi a sua paixão.

Publicado em Poema | Deixar um comentário

34 – Lembranças

Perdidas, o tempo de passagem em uma minha vida, sentimentos sem regras, descolorindo o tom do amor, o brilho de uma lembrança, sentimentos perseguidos, difíceis de se abandonar.

Sinistro esse tal de amor, alheio ao verbo amar, povoando um sentimento desprovido, de uma trama chamada solidão, que mora, reside dentro de um coração.

Um perdão, de sentimentos cálidas, adormecida, amparando minha própria solidão, saudades que atormentam essas emoções infindas, dementes sem condições de viver distante dessa reclusão.

Desejos de tocá-la, de reconquistá-la, do perdão a cura de uma aflição, deste já sofrido coração, que alimenta uma alma, um corpo, exalando por inteiro esse louco amor verdadeiro.

Harmonia, fantasia e sonhos, somos uma cumplicidade, felicidades adormecem e nascem as saudades, da expressão a sedução, da sintonia de paixão, vivendo por esse sonho junto a realidade, foste você que me fascinaste, foste realmente um  grande amor de verdade.

Publicado em Poema | Deixar um comentário