& 105

De este olhar sorrateiro, de um sorriso sarcástico, ao compasso de um gosto desejado, do prazer saboreado, de um corpo suave, aveludada ao tempero dos desejos, do profundo sabor a libertação dos prazeres, dos frenéticos olhares aos corpos sedentos, do suplício do prazer ao gosto insaciável do querer, de um ritual dos corpos que na penumbra do prazer a toco sem me perder, invadindo um prazer faminto aos desejos da carne do prazer.

Esta entrada foi publicada em Reflexão. Adicione o link permanente aos seus favoritos.