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Como as almas se completam, em contínuos apegos e desapegos, me vejo como sou, mas não me torno em meus desejos, ser a sombra da minha alma sem saber onde esteja, revejo meus roteiros, mas, me vejo em desapegos, escrevo o que faço, mas desapego aos textos, não sei se a alma é incerta ou derradeira aos tempos, ou esteja a frente dos tempos, dos ventos errantes que norteiam o tempo, dos mandamentos aos sentimentos, reservo-me as almas que me completem, vivo intensamente, que o universo se manifeste, ao pacto as almas apaixonadas.

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