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Quisera poder pedir ao tempo um tempo, sem a obrigatoriedade de se olhar o passado, que o presente desfaçam as mazelas cravadas nos sonhos, pois sonhos se quebram a qualquer instante, escolhas onde silêncio não possam se impor num eco de cobranças, que nossas escolhas sejam traçadas fora do campo ilusionario, estamos sempre em sintonia na marca divisória, entre o hoje, passado e o amanhã, procurando dar um sentido em nossas escolhas, escolhas essas que procuramos um novo rumo ao ritmo da vida.

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