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Saudade atrevida, que deixa de ressaca esse copo já vazio, bate sem pedir se ao menos é bem vinda, invade o peito fazendo sua morada preferida, exalando um odor que entorpece sem respeitar a distância já presente, desafiando sonhos com enredos deslumbrando o já sofrido e corroído sentimento, que rasga o peito, expondo ao avesso os sonhos fracassados, é o silêncio que fala baixinho acalentando essa saudade doída.

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