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Como as almas se completam, em contínuos apegos e desapegos, me vejo como sou, mas não me torno em meus desejos, ser a sombra da minha alma sem saber onde esteja, revejo meus roteiros, mas, me vejo em desapegos, escrevo o que faço, mas desapego aos textos, não sei se a alma é incerta ou derradeira aos tempos, ou esteja a frente dos tempos, dos ventos errantes que norteiam o tempo, dos mandamentos aos sentimentos, reservo-me as almas que me completem, vivo intensamente, que o universo se manifeste, ao pacto as almas apaixonadas.

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* 167

Ser plenamente impura aos devaneios, desvendados, em um corpo embriagado de prazer, se entregando aos vícios das luxúrias de um coito embebecido de puro êxtase, das madrugadas que permeiam ao sexo dos escravos, a amante prisioneira dos desejos, a atrevida amante retida aos desejos, feito ao aludido desejo aflorado a um corpo desejado, das profundezas dos desejos, extasiados nas fantasias, ritmado na cumplicidade da magia em sintonia com o inexplicável amor.

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* 166

Mistérios no olhar, desilusão foi o apreço possuído por essa paixão, dessa despedida despida, possuída neste quarto envolvido em pura paixão, de sentimentos reservados sem romper os limites guardados no coração, de um ser amada a todo instante, de um ser amada por inteiro sem a ferir a qualquer instante, deste sentimento que é ferido sem ser correspondido, desta paixão que devora expondo um coração recheado de delírios, volto ao meu abrigo, meu esconderijo, resguardo esses sentimentos, sem choros e vestígios.

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# 51

Se consequências eu cultivei, por que prudência não semeei.

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# 50

Um coração florido, ignoram-se os espinhos.

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