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Meus pensamentos não enxergam fronteiras, os sonhos por vezes ficam embaralhados, da insônia meu olhar se despediu, se despiu ao toque ao deitar, não vejo o tempo passar, desses meus braços esse amor te espera a todo momento, mas em meu tempo, não vivo sem te amar.

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Nos construímos um mundo só nosso, escolhemos uma musica só nossa, sempre andamos de mãos dadas, sempre brigamos mas um sempre voltava, nossos caminhos sempre foram confusos, nos escondíamos ate das sombras, nos amávamos como se fossemos condenados, a nossa verdade nunca nos traiu, o fardo é pesado eu sei, mas se um dia tudo acabar, me reserve um espaço em sua vida.

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& 65

Sonhar não foi um acaso, quem sonha luta para não se esquecer, se dos meus sonhos não a encontro eu então sonho acordado, que não estejamos tão juntos em nossos sonhos, mas que desses sonhos não me deixem desamparado.

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& 64

A vida explica mas cobra, enclausura os prisioneiros de um passado, libertam os novos encontros, não imaginava que tudo seria complicado, do êxtase de uma ser amado, de um diálogo dos corações apaixonados, amar foi inevitável, esquecer foi um pesadelo de quem tenha um coração apaixonado.

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103 – Liberdade

Das sofridas inverdades que açoitam uma vida inteira, do rancor que vazou destas mãos, da tristeza que me tolheu o brilho de um olhar, das lembranças desatinadas perdidas que sangram nesta alma ferida, simplesmente ser livre não foi dar azas para um coração voar.

Castigo que não alimenta uma esperança, levo no peito um coração vazio, em dimensões que cruzam rios, oceanos, continentes, distante da minha dimensão, a decisão de ser livre não saiu destas mãos, foste o acaso o juiz que sentenciou essa liberdade, ser livre foi só uma opção.

Liberdade não me trouxe ao meu chão, dos laços dos abraços entrelaçados, não mais ornamentam um coração, a liberdade não me forneceu a tal felicidade, da imagem a semelhança dos dessabores, liberdade um convite a se resgatar tudo de novo.

Da sensação de se sentir preenchido, não se promete um céu, um paraíso, do labirinto ao desencontro do destino, ao lado do engano atribulado, já vivemos e morremos por um ser amado, por vezes perdidos por um sonho, por vezes perdidos pela realidade, por vezes um sentimento fragilizado, um caminho de ser livre, mas sem ter a liberdade.

Um caminho de um sentimento embriagado, um soluço sem lagrimas, sem perfumes, um meigo e estampado ao inesperado desejo abandonado, de um sentimento mendigo atrelado ao coração, da mascara imputada aos olhos, não foste tão verdadeira, quiçá prendeu-se ao rosto, da mordaça imposta as minhas verdades, me calei recolhido ao meu mundo, da misera saudade gritando calado, fiquei livre ao meu mundo, mas de que me valeu essa tal liberdade.

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