* 78

Da face nua tocada aos tempos, das caricias aos tempos relevante, nos suspiros revelados ao seu lado, dos tempos que me foram dados como perdidos, moldados aos carinhos encontrado em um coração, renegado pelas paixões.

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* 77

De um cálice de vinho tracei o meu destino, de que me servem os conhecimentos que guardei em um canto qualquer, a procura da imensidão desta vida, de quem tem amor no coração teve a grande sorte, como resgatar essa felicidade sem ao menos saber amar.

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* 76

Que eu não venha a me entender, que meus sonhos não venham a me esclarecer, que eu perco até o juízo para te provocar, será que amar é tudo que se quer, se eu me entender, sei que vou me conhecer, sem esses pesadelos eu sei que também vou te conhecer.

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98 – Azul

Azul era a cor do meu infinito, das estrelas aos brilhos, iluminando um canto já revelado, dos brilhos aos encantos dos cantos, da emoção sem ser contida, de um amor sem limites, regras e medidas, de um sentimento de quem ama sem ser julgado.

Azul era a cor do meu o oceano, por onde olhava refletia um encanto, da linha do horizonte tracei um rumo ao encontro, de caminhos que se encontram, dessa oferenda ao inesperado solitário, solidário ao contrário ao sarcasmo sentimento.

Azul era a cor de meus caminhos, das indisciplinas dos sentimentos, aos frágeis fragmentos dos que se amam, da trama da cor que não se revelou, em algum lugar ao longo dos caminhos, da esperança do encontro da própria razão, de ser eu mesmo, dos gostos, dos sabores, dos amores, das intensidades sem preconceito dos prazeres.

Azul era a cor do meu tempo, das tempestades dos tempos, que já encantarão olhos desenganados, já adoçaram os pecados rebelados aos breus, dos olhares de um mendigo improprio aos meus sonhos, da virtude permanente, descontente da saga ferida da cela da vida.

Azul era a cor dos meus sonhos, em busca dos sorrisos, dos desejos refletidos nos corações, da vontade de abraçar, dos desejos, dos beijos, em busca dos propósitos da vida, do renascer do novo dia, de um sentimento selvagem, vorás aos encantos, de uma distância sem relevância entre esses desejos, do meigo ao degradado desgosto, ao pranto do lavar da liberdade regada ao sofrimento, estampado no planto de um tolo desejo, de um sentimento que não se cultiva a dor, quando o amor supera a dor.

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* 75

Se já chorei não foi por dor, se já sorri por que a felicidade já fez parte de mim, se já sonhei por que encantos eu vivi, se já me perdi por que caminhos não soube escolher, se vivo por este amor foi você que me fez novamente viver.

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