Não mais duvido da verdade, a mentira se fantasiou de uma estúpida ilusão, essa mulher odiada, adorada, amada, uma mulher de verdade.
Esse tal amor que acaba na manhã seguinte, dos êxtases vividos, fogo que enrijece uma paixão consumida sem amor, me rendo a essa franqueza, das verdades e dos prazeres, me humilho em aceitar, que foste uma mulher de verdade.
Plantei um amor de verdade, ambulante sentimental, amputado por sua louca paixão, já busquei salvação em outros corações, mas, não me esqueço dessa mulher de verdade.
Lembranças e recordações melancólicas, dos artifícios aos desejos, mulher que és inatingível, autêntica, dos mistérios foste à verdadeira arte do pecado, sentimento demarcado nesse coração, dessa mulher de verdade.
Doei-me totalmente aos encantos da vida, troquei de figurino, abri as asas da liberdade, és um naufrago de meus delírios, da verdade e que minto a mim mesmo, como sinto falta, dessa mulher de verdade.