31 – Sorria

Sorrisos, expressão do dom da alegria, contagiaram uma vida repleta de poesias, das taças do brinde da vida, brindei com uma paixão, saudando a quem não sabia ceder e doar o seu coração.

Sorrisos, sem regras, gêneros e tipos, na expressão nos olhos, lábios, ao redor do rosto, de um sorriso triste as fantasias de um eterno apaixonado, afastando o medo de meus olhos retraídos e amedontrados.

Sorrisos, de erros e acertos, de louco ao santo, da alegria a melancolia, pouco importa, que ninguém é igual a ninguém, mas que eu seja importante a alguém.

Sorrisos, do tempo de sorrir, amar, cantar, retribuir, e sem deixar de esquecer-me dos singelos cânticos das sinfonias dos querubins e serafins.

Sorrisos, delírios das siluetas despidas em meus braços, das texturas dos seus meigos lábios, da magia e desejos encarnados, de sorrisos cálidos, irônicos, sintonias entre beijos, afagos e corpos entrelaçados, sorrindo e feliz sempre ao seu lado.

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