88 – Acorrentado

De um profundo sonho colorido, dos tesouros a alma escondida, das flores feridas por espinhos deixados nos caminhos da vida, de um amor de quem ama, que ame até o fim.

Solidão não é saudade, paixão a razão de quem se ama, de um doce amargo preso aos tempos, da sinfonia aos cânticos dos apaixonados, das grandezas da eternidade recluso em meus tempos, exaltando a idolatria, lamentos de uma saudade.

Das promessas recheadas de ilusões, dos segredos que sobrevivem um coração, das promessas não cumprida, de sonhos nem ao menos apalpados, residindo em meus momentos, distante eu resisto, mas acorrentado ao seu passado.

Alcançar essa metade tão desejada, liberto no tempo e espaço, dos folclores dos príncipes e princesas, sentimentos agregados aos corações humildes e carentes, esmola a um sentimento suprido pela lealdade, das fantasias me viste, de um coração apaixonado.

Das loucuras dos sentimentos, sem medidas corretas a se dosar, desse freio solto sem ao menos saber até onde vá , das façanhas misteriosas, das indiferenças aos olhares, da esperança sem um refugio, das vozes que ecoam ao vento a soprar, desacorrentando a porta de uma saudade, aos tempos da luz de meu olhar, sentimentos que sussurram em palavras mudas, desse coração perdido ao seu alcance, a te esperar.

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87 – Te amo

Quero te amar sem data de validade, sem prescrição da forma de se gostar, desse insano amor, enlouquecido sem contra indicação, amando sem efeitos colaterais, sem querer saber, se todo esse amor vai me enlouquecer, um total dependente de seu olhar, seu corpo e seu amor, sem um prognóstico se um dia vou me curar, sem ao menos saber como vou viver sem poder te amar.

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A vida são ensinamentos, viver é curto, porém os problemas são longos, sem magoas da vida, a vida são metas e objetivos, então vamos à busca delas.

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86 – Te quero.

Te quero, és o meu cheiro agregado a esse louco amor, de um andar solitário, desatinado ao sentido contrário dessa paixão, desalento espalhando do planto do imortal sentimento.

Te quero, dessa imensidão dos aceanos que me envolve, dos rios que abastecem os mares, dessas lagrimas que escorrem em forma de amor, que destroem esse coração, desses sonhos a me acompanhar, dessa ilusão de poder te amar.

Te quero, desse coração enlouquecido, perturbado, confuso em se apaixonar, desses sonhos cada vez mais distantes, regendo essas saudades, dessa dor que se esconde ao meu olhar, sem ao menos te tocar.

Te quero, ao procurar na vastidão de uma ilusão, sem ao menos saber do paradeiro dessa paixão, amar uma fantasia em que se pensa existir, do tempo que me retrai das lembranças, das lembranças do que não fui capaz.

Te quero, sentimento feros que me destrói, pluma de uma paixão que me envolveu cada vez mais, de um paraíso que me levou ao inferno da solidão, dos espinhos do amor, de joelho nos milhos da vida, das loucuras de se amar, da leveza em se apaixonar, aprendi que não vivo sem poder te amar.

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85 – Voltar.

Voltar, se o tempo permitir, me prendi há um tempo, sem rumo e direção, perdi o farol que me guiava, surgem razões sem sentido, sofrimentos com seus ensinamentos, esquecer-se de um jeito de ser, se não pensar em você

Voltar, aos braços de quem foi um dia meu lugar, onde foi parar a covardia desse gostar, reparti um vazio que não digere, desapropriaram o amor que não soube doar, tempo mais longo, que seja mude a vontade do irrefutável esquecimento.

Voltar, violando imagens que se configuram em toques sem tocar, ressurgindo um apelo aos cânticos dos apaixonados, desfaleço em meus cantos, flutuando em meus pensamentos e sonhos, os sonhos de amar.

Voltar, aos desatinos de carícias deslizantes, alucinantes aos toques que urgem sem parar, sem repartir um amor que veio me visitar, um palpite em silêncio sem explicação aquém dar, de uma forma qualquer, de um calor abrasivo de um amor que doa a quem não quer se doar.

Voltar, desenhando a anatomia de um pensamento, cavalgando intensamente nos mistérios de num corpo cheio de paixão, sem limites a um não, sou eu o convite flamejante ao seu alcance, segredo incorruptível resguardado em um coração, preso, acorrentado ao corpo, desatinado sentido contrário ao amar, desalento espalhando um planto do imortal sentimento, do ato de amar, voltar, da medida certa de se amar, amando-se sem medidas, sem medidas em se parar.

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