Ao sublime dos sentimentos, sentimentos fatiados em pedaços servidos em delicadas emoções, contida nas obras do tempo, sentimentos vagando por uma penumbra, desabando aos seus pés, sem pressa da despedida desse sentimento que ferem, momentos de silêncio de um olhar.
Desta fome louca que trafega nas brisas de sua existência, dos duvidosos vazios que não mudam do lugar, da inexplicável cobiça do achado dos sentidos, detalhes despercebidos numa impulsão de um coração.
Já desisti muitas vezes sem tentar, pessoas que fui conhecendo, pessoas que fui esquecendo, já me perdi nos labirintos do coração, rastros de lamentos, saudades, sentimentos que não mais existem, entre todos os sentimentos que me restam, vivo por mim, vivo por esse alguém.
Loucuras de devassas em minha vida, uma bênção obscura na escultura dos sentimentos, exprimo o que sinto, o que sinto se revelando na chama que pouco a pouco se alimenta de um coração.
Sozinho se afogando, um sentimento que aperta um coração, de instantes e repentes de palavras fadonhas, perniciosas, mas sem lijonsas, não preciso de instruções, sentimento um dia adormece, paira no tempo, que o tempo não me puna e que me faça viver essa vida novamente.